I will remember you.
Don't let you life pass you by, weep not for the memories
theme by decepcionar. »
É, as coisas mudam o tempo passa e só agora eu fui perceber isso. Antes eu achava que nunca ia mudar, achava que sempre ia ser aquela menina boba de sempre, que acreditava em todas as histórias que costumavam lhe contar, mas eu estava enganada. Cresci e com isso me tornei uma mulher, podemos dizer séria, mas que de vez em quando se cede por certas brincadeiras. Não sei ao certo o que aconteceu para tão brusca mudança, pois eu era tão, mais tão diferente do que eu sou hoje. Acho que foi por causa do amor, não sei, eu sempre caía naquela ladainha de sempre e acabava me machucando, mas sei lá, um dia eu cansei. E foi nesse dia em que tudo mudou, não lembro ao certo quando foi, só sei que foi uma das melhores decisões que já tomei na minha vida. Depois disso comecei a ficar mais fechada, mais na minha e por incrível que pareça foi assim que consegui mais amigos, digo os realmente verdadeiros. Aquela menina que antes queria ser atriz se formou em direito, aquela que antes amava rosa hoje prefere preto, aquela que antes acreditava em amor a primeira vista não quer mais se casar. Sempre fui meio desse jeito, toda louca e tímida, toda cheia de sabedorias e no fundo idiota, amarga e meiga simultaneamente. Foi-se embora a época de decepções; costumo chamar essa parte da minha vida desse modo, a maneira que ocorreu: cheia de decepções, ilusões e toda desajeitada. Mas agora, a bonequinha cresceu e tirou toda essa capa que a protegia, largou os brinquedos e virou moça, mulher. Hoje, ela não acredita na história de príncipes e felizes para sempre. Hoje, ela aprendeu a se virar, e com seus defeitos e trejeitos decidiu aprender a ser feliz. Quando olhei pra dentro de mim, realmente enxerguei o que deveria ser valorizado, e não mais todas aquelas futilidades que julgava necessárias para viver. Quando se dá um passo pra trás, deve-se recuperar cada minuto perdido. Correr atrás do prejuízo. Reavaliar os estragos e remendar o que foi danificado. Por mim, ou por qualquer outra pessoa. E quantas vezes caí, já nem faço contas. Me lembro do dia em que me levantei, enxuguei o rosto e me tornei de fato, adulta. Adulta com suas falhas, com seus medos e seus rompantes de coragem. Adulta que cresceu, que se reergueu e que dificilmente se deixará abater.”
— Clara, Larissa Nunes e Rayssa (mentes-expostas)

5 days ago, 30/05 · 60 notes · reblog
#larinunes  #rayssa  #clara  #[]  

“Não, você não entendeu a que ponto eu cheguei. Você ainda não tem noção do quão necessitada por você eu estou, nem tão pouco entende a falta que me faz. São raros os momentos em que eu posso me comportar como uma tal e normal garota da minha idade. Não ando saindo muito, não tenho pique para acordar e fazer tudo o que antes de dormir planejei. Não tenho também motivação de fazer algo que eu antes fazia, digo, não anda sendo fácil. Vamos combinar que o dia também não está me ajudando em nada, o frio anda me congelando, não por dentro, mas sim por fora. — Afinal, congelada já estou faz tempo. — Então é isso, eu ando ficando em casa. Ando ficando sozinha, me isolando. Me acomodando com essa vida que ando levando, que um dia me juraram que seria apenas uma simples fase. Assisto todos os dias pelo menos um filme, e se tudo funcionar do jeito que planejei, ainda dá tempo de pensar um pouco no passado. Não muito, nada em exagero. Nada além da dose que eu preciso por dia. Um dia uso um pouco mais, no outro até uso um pouco menos. Mas eu sempre preciso de um pouco para levar o dia. Assisto filmes romanticos, é claro. Aqueles clichês, bobos e totalmente nosso. Aquele que um dia já contou nossa história. Bebo um café ligeiramente frio com um pouco de adoçante, faço a mesma coisa sempre. Eu me acomodei com isso. Com o chato, o velho. Algumas tardes lembro do teu cheiro, teu perfume e quando estou com a mente mais calma até da tua voz recordo-me. Um som calmo, totalmente aquela voz de fundo, se diminuindo ao longo do tempo que se passa. Tudo isso quando o comercial do tal filme começa. Não é exagero meu, lhe garanto. Prometo e se quiser lembro-te de tudo o que fiz desde que se foi. Muito tempo se passou, — para mim —  afinal, são apenas quatro meses. Muito pouco tempo para eu pelo menos cogitar te esquecer, e esquecer tudo o que aconteceu. Você deveria saber o quanto dói usar verbos, frases e essas coisas todas no passado. Foi, aconteceu, amou. É horrível saber que acabou, e eu não percebi, ainda não me caiu a ficha. Eu paro e penso em tudo, tudo mesmo, o que aconteceu, e a única coisa que consigo pensar é “Porque acabou?”. Pergunta sem resposta. Ou talvez haja uma resposta, talvez nós dois podéssemos nos ver novamente, e por aquele velho e clichê papo em dia. — Oi, como está? — Aquele mentiroso e coberto de dor “Tudo bem”. Ah, quem estou tentando enganar? Não há volta, não podemos simplesmente nos sentar em uma mesa, tomar uma xícara de chá e relembrar os velhos momentos. Por mais que eu queira[…] Queria que tudo fosse tão fácil, como parece ser. Queria que você ainda me amasse, como eu imagino amar. Às vezes, encontro refúgio naquele filme de terror, ou suspense que está passando, mas aí eu lembro de como apertava minha mão quando estava com medo, e como me abraçava para que me sentisse protegida. Sem você estou tão desprotegida, sem vida. Eu perdi tudo quando perdi você. Meu coração aqui dentro está em conserva, dentro de um pequeno cubo de gelo, na função apenas de bombear sangue. Sangue frio[…] Essa é minha maneira de tentar tirar de minha mente o quão dolorosa foi a despedida, e o quão doloroso estão sendo meus dias sem você. As noites geladas, as tardes friorentas, tudo me faz sentir ainda mais a sua falta. Falta do calor do seu corpo, do seu beijo, do seu abraço, falta de você, por completo. Não saio mais de minha casa, tenho medo de encontrar-te naquele parque que íamos todos os dias com outra. Tenho medo de vê-lo sorrindo, e saber que apenas eu estou sofrendo. Eu tenho medo de te ver e não aguentar, e sei que não vou. E tenho medo ainda mais de te amar mais do que já te amo apenas por ver o brilho de seus olhos a oito metros de distância, ou o seu sorriso. Lembra que eu dizia que me apaixonava um pouco a cada dia? Não pode acontecer novamente, precisa ser colocado, nem que a força, um ponto final. Eu preciso de mim novamente, sorrindo e sendo feliz. Só há um problema, quando nos conhecemos, você virou a minha felicidade. Nunca imaginei que você pudesse ser tudo o que há em mim, bom ou ruim, me fazendo bem, ou mal. Você me ensinou a te amar, me ensinou a te querer cada dia mais, mas meu amor você esqueceu de me ensinar a te esquecer.Júlia e Bárbara (mentes-expostas)


1 week ago, 25/05 · 76 notes · reblog
“Eu queria que você acordasse e percebesse que eu sempre estive aqui quando mais ninguém estava. Eu sempre te disse sim, quando o mundo inteiro disse não. Você era sorrisos e abraços com todos, e comigo, aquela consideração xoxa que você costumava achar o suficiente. Quando é que você vai perceber que ninguém a sua volta se importa, e se preocupa contigo como eu me preocupava? Sim, preocupava. No passado, porque cansei. Cansei de te amar, me preocupar contigo, cansei de te estender a mão, e cair no seu lugar. Me faz um favor, só faz de conta que nunca me conheceu. Parece que aquele velho ditado é real, se dá valor apenas quando perde. Você errou, você perdeu, e não adianta dar valor agora, porque comigo nunca foi assim. Perdeu uma vez, não tem volta. Você pisou, pisou, pisou, me torturou, e achou oque? Que eu sempre ficaria no chão? Errado, meu caro. Tudo passa. Tudo no muda. E oque ontem você maltratava, hoje está por cima de você. Cansei de me deixar levar por um amor, porque na verdade, o amor é frágil. Ele não aguenta desaforos, muito menos os seus. Aqueles que me faziam chorar, e ficar acordada durante toda a noite, pensando qual teria sido meu erro. Mas sabe oque eu descobri? O erro nunca foi meu, o erro foi você. Hoje você pode não perceber oque perdeu, mas eu te garanto que em uma ou duas semanas, você sentirá falta da bobinha que fazia todos seus desejos. Vai sentir falta da garotinha que sempre esteve com você. Mas meu bem, essa garotinha cresceu. Cresceu e te deixou para trás, como devia ter feito á muito tempo.
Alexandre e Bárbara (mentes-expostas) 

1 week ago, 24/05 · 142 notes · reblog
#alex  #babi  

“E eu estou aqui de novo tentando me refugiar em meras palavras ditas, pensadas todos os dias. Talvez eu precise do novo, do que me agrade e me faça feliz como um dia eu sonhei ser, como um dia eu quero ser, como um dia eu vou ser. Preciso de sentimentos, do amor, mas do verdadeiro por que só no verdadeiro que é possível enxergar tudo, sentimento, felicidade e até as tristezas. Preciso de alguém que me conforte, com abraços, palavras, beijos, sorrisos. E o talvez que eu disse no começo agora virou certeza. Eu cansei do mentiroso, e coberto de farsas, amor para a vida toda. Cansei de me iludir com palavras recheadas de mentiras, e de sorrisos sem verdade. Quero atualizar a minha vida, atualizar aqui dentro, bem no fundo. Quero não, preciso… Preciso tentar seguir em frente com um belo de um sorriso e uma confiança de dar inveja. Preciso parar de pensar, pensar e pensar, mas não agir. Ser feliz sempre foi uma teoria, sempre foi o argumento para a pergunta “O que você quer ser quando crescer?”, eu só preciso por em prática tudo o que preciso, só preciso ir atrás do que me faz bem. Felicidade é abstrata, não tem uma explicação lógica, e não tem sentido, mas é boa, traz calma. É completamente necessária. E minha felicidade, é você. Eu só preciso de você, do meu lado, me guiando para o caminho certo. Eu acho que o caminho certo, é o caminho em que estiver você. Preciso de alguém que esteja disposto a me aturar, a me ajudar, a me levantar quando eu estiver para baixo, eu preciso de um beijo que me faça ter vontade de seguir. Eu preciso do seu beijo[…] Das suas mãos nas minhas, do seus olhos me fitando, e de você me amando. Eu quero ser feliz, acima de tudo, mas para isso acontecer, preciso estar contigo. E você, está disponível para me fazer feliz?“ — Bárbara e Lucas. (mentes-expostas)


1 week ago, 22/05 · 54 notes · reblog
#luck  #babi  

“Esses dias eu parei pra pensar e refletir sobre o mundo em que vivo, e cheguei a conclusão de que preferia ficar deitado em minha cama e não levantar nunca mais. É tanta hipocrisia chicoteando as pessoas, é tanta falta de caráter destruindo personalidades, que já não sei se vale a pena continuar a viver. Dar passo a passo, um atrás do outro, sem pressa, sem desespero. Mas vivendo onde vivo, convivendo com quem convivo, como não me desesperar? Como manter a calma? Existe aquele ditado que diz que para se acalmar só precisa respirar fundo. Ando respirando fundo todos os dias, tanto que acabarei com todo o oxigênio do mundo, se duvidar. Eu paro, olho em volta, e respiro fundo. E isso a algum tempo já. Mas que cargas d’água eu faço nesse lugar? Será que nasci no lugar certo? Será que não há algo errado por aqui? Acho que devo ser de outro país, outro continente, ou melhor, devo ser de outro planeta. Não me sinto em casa nem nesse lugar que costumo chamar de meu lar. Não reconheço-me diante do espelho. Mudei de romântica e apaixonada para fria e calculista. E não foi algo fácil, e não foi escolha minha. Me sinto completamente errada, o tempo inteiro. E completamente. E o que fazer quando tudo parecer tomar um rumo errado, e diferente do esperado? O que fazer quando tudo dá errado ao seu redor, e suas tentativas de fazer dar certo, só pioram? O problema sou eu? Ou realmente é o mundo? Sei lá, na verdade, nem me preocupo em descobrir. Estou meio tanto faz, meio fora de órbito, apenas esperando que chegue o fim dessa história. Pra eu finalmente olhar para cima e dizer: “Graças a Deus”. Pra eu finalmente poder dizer que a angústia e o medo que me atormentavam se esvaziaram do meu peito. Eu me sinto deslocada. Totalmente errada. Abrigada num mundo onde não posso mais dizer que é meu. Fui retirada involuntariamente do meu porto-seguro. Hoje me sinto sozinha, refugiada em minhas próprias crises existenciais e o medo de acabar sem ninguém. Quem sabe não seja esse o meu destino. Quem sabe a vida não reservará um futuro solitário em que posso me afogar em meus próprios dramas e lágrimas incessáveis. Eu não sei quem realmente está totalmente de cabeça para baixo; Se é o mundo, eu sou eu. Só espero que as reviravoltas enfim se normalizem, e eu possa novamente, dizer que esse, é o meu lugar.“ Bárbara Rodrigues e Fernanda Andreotti (mentes-expostas)


2 weeks ago, 21/05 · 62 notes · reblog
#fer  #babi  

Somos completamente diferentes um do outro, opostos que não se atraem. Corpos feitos para ficarem distantes. Superman e criptonita. Eu costumo te ver como algo que eu preciso ter, mas não posso, algo que me faz mal e bem ao mesmo tempo. Me faz rir e chorar, viver e morrer, por dentro sabe? Te vejo como uma necessidade reprimida. Vejo o brilho dos seus olhos na imensidão do mar, e sinto seu cheiro nos lugares mais inusitados. Dizem que o errado atrai, e você tem lá seu erro. Tem sua forma de ser completamente errado e não recomendado para mim. E algo em você me atrai de forma intensa, é como se algo dentro de mim tivesse um ímã. Um ímã que só você atraía, puxava. Estranho, não é? Sempre escutei as pessoas ao meu redor dizerem que tenho um tal de ímã para problemas. Então, você é o problema que estou atraindo? É? Você é o problema que eu preciso ter, você é o erro que quero cometer. Você é o idiota que eu adoro amar. Mas você também é um sonho, um sonho que nunca vai se realizar. Por mais que eu queira, não dá. Todo esse vício que encontrei em você não é suficiente ainda. O imã atrai e repele ao mesmo momento, apesar de atrair em frequências maiores. Você é o desejo que eu gosto de ter e a saudade que me corrói por dentro. Você se tornou o equívoco correto. Sou eu a divisão e você a multiplicação, prova real de mim. Você é o desconfortável e o agradável, o bem e o mal em tempos iguais e isso dá um nó na cabeça. Essa interferência que existe entre nós sempre houve e nunca tentamos barrá-la; algo que poderia ter sido feito há tempos. Mas parece que nosso relacionamento nunca foi feito para dar certo, seguir em frente. É você lá e eu cá. Mas se for para errar mesmo, que tal errarmos juntos?Bárbara e Larissa Nunes (mentes-expostas)


2 weeks ago, 19/05 · 63 notes · reblog
#larinunes  #babi  
“— Você é um idiota.
Você é bem mais e eu não saio falando por aí.
— O que está querendo dizer com isso?
— Que você é idiota, oras.
— Não brinque comigo.
— Viu como você é. Não aceita nem brincadeiras. Qual foi agora, não aguenta tanta pressão?
— Quer pagar para ver?
— Não, obrigado.
Agora é você que está fugindo de mim.
— De você? Isso, quero mesmo é distância.
— E por que?
— Porque sim.
— Resposta não convincente.
— Por que estar perto de você pode me trazer sérios problemas mentais.
— Idiota.
E você me ama.
— Acredita mesmo nisso?
— Mas é claro.
— Ilusão faz mal para o coração, bebê.
— Não sou eu que estou me iludindo.
— E você acha que sou eu?
— Acho.
— Porque?
Fica negando que me ama aí.
— Não to negando nada, só estou sendo sincera, eu não amo mesmo.
— Eu sei que você me ama.
— Me engana que eu gosto.
— Eu sei.
— Que eu não te amo?
— Que você gosta de ser enganada.
— Nossa…
— O que?
— Você… nada. — Ela deixa fugir uma lágrima.
— Você está chorando? O que aconteceu?
É sempre assim, fazem a merda, e esquecem o que aconteceu logo depois.
— Foi o que eu disse?
— É…
— Porque você nunca aceita minhas brincadeiras? Porque está sempre apelando?
— Às vezes, tudo o que você fala dói, como uma facada, mesmo que seja brincando.
— Porque?
Acho que é porque mesmo que sejam apenas palavras, vindo de você, tem um significado enorme, negativo ou positivo.
— Desculpa.
— Tudo bem.
— Não, não está tudo bem. Eu sei quando erro, na maioria das vezes, mas agora eu não sei. Acho que errei, então te devo desculpas.
— Desculpa também.
— Porque?
— Por ser sensível demais, criança demais, apaixonada demais.
— E você é?
— Sou tudo.
— Até apaixonada?
— Sim.
— E por quem?
— Você sabe.
— Na verdade não.
— Você sempre diz que te amo, pensei que soubesse, pensei que estivesse evidente.
— Eu digo para me sentir bem, para me sentir importante para você, só por um minuto.
— Mas você é importante.
— Não o suficiente.
— Tem razão.
— E o que posso fazer para ser o suficiente?
Ficar comigo.
— Só isso?
— É a peça que falta no quebra-cabeça, você e eu, nós…
— Então a gente pode completar o quebra cabeça?
— Isso depende.
— Do que?
— Você quer?
Ficar contigo? Mas é claro.
— Então vamos completar nosso quebra-cabeça.
— Começando agora?
— Sim, começando agora.
— E aí tudo fica bem?
Sim, com você tudo fica bem.
— Sua boba.
— Não, sua boba.
— Minha?
— Sim.
Eu e você.
— Para sempre.”
Larissa Nunes e Bárbara (mentes-expostas)

#larinunes  #babi  
As vezes me pego pensando em nós dois. O engraçado dessa história toda é que eu estou pensando em algo que nunca existiu. Pelo menos pra você. Lembro-me daquela tarde em que você me fez acreditar que existia a gente. Naquela tarde em que você me fez juras e promessas de amor eterno; aquelas que nunca foram cumpridas. Eu te perdoei uma vida inteira. E você só pisou em mim. Recebi sua mensagem tem uma semana. Você agora quer voltar. Mas eu ainda acho que no fundo, é só uma brincadeira. Sua brincadeira, teu prazer é manipular, por que sabe que ainda tem tudo nas mãos. Nós dois sabemos. Acontece que dessa vez, eu mantive minha decisão começando por não responder sua mensagem, eu apaguei. E o próximo passo será apagar você também. Tem razão, eu estava errada. Mas não por ter dito todas aquelas coisas, e sim, por ter dito tudo aquilo tão tarde. Quando o barco já tinha afundado, quando eu já havia ido longe demais. É que quando abri os olhos, eu já não sabia por onde voltar. Eu nunca soube o caminho de volta, e nem achei que um dia precisaria reconstruir algo. Você ganhou, parabéns. Me enganou direitinho. Entendo que talvez eu não tenha sido sua melhor escolha, admito que estamos empatados. E obrigado, dizem que se aprende a partir do erro cometido. Pode haver arrependimento de sua parte, mas ambos fizemos a coisa certa. Nossa única diferença é que pra mim, você foi único. E pra você, sempre fui como outra qualquer. Aprenda a viver sem mim, pra ser sincera, me viro muito bem sem você.
Mary e Rayssa (mentes-expostas)

2 weeks ago, 15/05 · 20 notes · reblog
#mary  #rayssa  #pfto  #[]  

“Eu quero ser livre. Livre de verdade. Correr por aí. Andar com a minha bicicleta pra cima e pra baixo. Chutar a bola no vidro do vizinho e sair correndo. Eu quero liberdade. Quero me sentir como uma pena que, conforme o vento sopra, voa para qualquer lugar. Quero andar por aí com a minha mochila nas costas. Vou levar dentro da mochila somente o essencial. Dessa vez eu vou sozinho. Vou correndo e quando eu cansar, eu paro numa lanchonete, tomo um suco e volto a andar. Vou em frente. Enfrentar todos esses problemas com um sorriso no rosto. Quero colocar meus fones e esquecer tudo que a cidade grande grita. Quero ver-me livre de todas essas buzinas e essas inúteis brigas de trânsito. Quero é ser feliz. Seja na cidade grande, numa casinha de campo, ou numa casa de praia. Quero tanta coisa. Posso tão pouco. Ah se eu pudesse realizar todos esses desejos! Por enquanto, me deixa ser livre. Só isso. O resto vem com o tempo. Agora, só quero ser livre. Sempre me disseram que liberdade anda ao lado da felicidade. Hora de ver se há alguma verdade no que falam. Quero ser livre e feliz, andar por aí sem me preocupar com o grito de socorro ao meu lado, ou com o certo e errado. Chorar apenas de felicidade, que tão grande seria que me arrancaria suspiros. E sorrir, o tempo inteiro, como se tudo estivesse perfeitamente bem. E vai estar. Estender os braços para cima, e me preparar… Para ser feliz. Olhar apenas para frente, e esquecer o que passou, o que era, e o que ficou. Vivendo o presente e visando o futuro. Correr atrás de um caminhão e me pendurar nele. Fugir para longe, longe dos problemas apenas. Longe das pessoas. Afinal, pessoas são o problema. Ir, e não voltar. Ficar. Por um bom tempo, e viver intensamente, com liberdade, com felicidade, e o mais importante… Apenas comigo mesmo.Arthur e Bárbara (mentes-expostas)


3 weeks ago, 14/05 · 70 notes · reblog
#arthur  #babi  
“— Você é linda.
— Não acredito. Não me fale isso só por serem simples palavras, sem existir um fio de verdade.
— Mas… o que estou dizendo é verdade.
— Não é. Eu sei que não.
Você sabe o quanto dói te ver mal desse jeito?
— Não precisa se preocupar, isso logo passa.
— A questão é que eu me preocupo. Não posso te ver tão para baixo dessa maneira e não fazer nada.
— Você não precisa fazer nada.
Quero cuidar de você, colocar o sorriso lindo de volta ao teu rosto.
— Não sei mais se isso é possível.
— É tão possível que você vai conseguir.
— Já não acredito mais que possa ser verdade. Desanimei completamente.
— É agora que você não pode deixar se abater. Precisa ser forte e continuar seguindo em frente.
— Me diz, como?
— Comece fazendo a limpa, sabe?
— A limpa? Mas onde?
No seu coração. Tem gente que não merece ocupar tal lugar.
— Mas aí eu me machucaria mais.
Dores passam, pequena.
— Mas demora.
— Eu vou estar do seu lado para te ajudar a levantar, a seguir em frente e ser feliz.
— Mas ser feliz é um termo tão clichê, antigo e falso.
Falso não é não, te garanto que existe a felicidade.
— E como sabe?
Eu a sinto.
— Quando?
— Agora, por exemplo.
— E por que?
— Porque estou com você.
— Como assim?
Você é a minha felicidade, é a minha força, meu motivo de seguir em frente.
Ela abaixa a cabeça, com lágrimas nos olhos.
— Mas é que é difícil.
— Sei que é, nunca disse que seria fácil, mas precisa tentar.
— É certeza que conseguirei?
— É certeza que te ajudarei.
— A seguir em frente?
— E ser feliz.
— Então é possível.
— Como chegou a tal conclusão tão rapidamente?
Seguir em frente, felicidade… Com você do lado fica mais fácil.
— Por que não estará sozinha?
Porque não estarei sem você.
Larissa Nunes e Bárbara (mentes-expostas)